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O VICIADO NÃO VER

Espaço de muito papel
Acrescenta, diminui e segue riscos tatos
apalpando com narinas segredos em pó

Tento e aconselho, mas não ouve
Tipo tapa de visão em cérebro

Acorrentado segue por números de dias sem fim
Chegará o final dessa destruição
Porém pouco se entende diante da noia escrava e avassaladora

Tantos apegos
Filme de desejo
Endiabrado sem abstinência continua engatando

Importância que no qual desconhece...
Maldito... Maldito Dia.

Água de conselho jorrou sobre o seu rosto
e nada.

Fracassei por tentar lhe aliviar dessa farda pesada
Sua vontade é só sua... Mas tenho a minha e sinto-me na obrigação
de te salvar...

Vem planejar como fazer do nosso mundo o brinquedo maior
vivendo com certeza de criá-lo.

Falcatruas preenchem o insatisfeito e não o guia.

Acorde, levante e lute.
OSMAR ZIBA
Enviado por OSMAR ZIBA em 21/09/2007
Reeditado em 30/07/2013
Código do texto: T662605
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
OSMAR ZIBA
Goiânia - Goiás - Brasil
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OSMAR ZIBA