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Instante de liberdade

Assim a sós
Neste horizonte de coisas soltas
Como folhas secas entre borboletas
Que lentamente caem ao chão.
Vou tecendo os meus sonhos
Aninhando-os no coração.
O colorido tênue destas flores delicadas
Que colorem a alma nestes instantes
É para nos fortalecer.
Borboletas vêm alegrar sonhos
Dizer que está tudo bem
Mesmo quando desacreditas
Tenho dito: Creias!

Voando sob vales diferentes
Converso com minha voz
Escuto-a, sempre
Diz-me do amor para comigo
Diz-me do amor para com toda gente.
Tantas lembranças arquivadas no âmago
Revelam-se, sem receio.
São almas afinizadas
Conhecem-se antes mesmo de nascerem para o sol.
Vou caminhar tranqüila por estas relvas acastanhadas
Fontes de águas cristalinas
Feliz por me sentir agora integrada
Meu bem querer!
Aprendendo que estar feliz é esperar pouco ou nada
Libertar-se das amarras do ter
Desgarrada, numa manhã ensolarada.
Maria Rita Pereira
Enviado por Maria Rita Pereira em 26/09/2007
Reeditado em 02/01/2009
Código do texto: T670047

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Sobre a autora
Maria Rita Pereira
São Paulo - São Paulo - Brasil
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