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UMA DAMA DE NOME RAQUEL

                - 05/10/2007 -

 

Uma prosa prazerosa,

 

Hoje, para comemorar a ressurreição do vosso lindo, longo e fácil sorriso, eu quero vos confessar linda “Doutora” que, desde o instante em que vos vi e, sem querer, me transformei num vassalo cativo à vossa formosura.

E, no profundo silêncio das entranhas dessa noite escura e fria, que, estava sendo a minha pobre vida, nesse momento eu vos confesso, amanheceu uma aurora radiante e grávida de formosa luz.

Piedade minha Senhora, é que, agora a minha alma aprendeu a vos adorar e, assim, se fez prisioneira em dulcíssima loucura. E, nestes mal chamados versos que ora vos escrevo com amor eterno, ela vos jura que agora se encontra fresquinha de ternura.

S’il vous plaît! Maintenant, je me sens mieux, portanto, não vos ofenda com o meu desmesurado esforço para dizer do meu carinho por vós, mesmo porque, penso existir em vossos lindos olhos, a luz que poderá ainda me guiar no caminho que possa me levar a vós.

Acredite minha linda Senhora, foi minha doce perdição mirá-los, pois acho que até amá-los cheguei. Seria desagradável lembrar-vos que num passado não muito longe, eu estava agrilhoado por um sentimento que não fazia sentido.

Entretanto, linda Senhora de amável e demolidor sorriso, se eu tive a oportunidade de vê-los um dia e adorá-los, doravante e se vós quiserdes e se eu souber, eu vos afirmo que poderei morrer de amá-los.

 

 

 

 

Eráclito Alírio da silveira
Enviado por Eráclito Alírio da silveira em 07/10/2007
Código do texto: T684597
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Sobre o autor
Eráclito Alírio da silveira
Imaruí - Santa Catarina - Brasil, 75 anos
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Eráclito Alírio da silveira