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Efêmera fonte

Efêmera fonte


Fazer poesia por vício ou ofício,
Não importa.
Até mesmo os poetas místicos têm valor singular,
Mesmo quando dão vida às pedras, e às águas,
Que mesmo mortas correm em seu leito fúnebre.
Ninguém que beber dessa fonte terá sede outra vez.
Mesmo aquelas criaturas que dormem
Sobre a cama do anonimato, despertarão um dia
Para respirar um ar puro que produz vida em plenitude.
A chama ardente queimará o coração álgido dos espíritos brutos
Que tiverem apenas um contato com a flama chamejante da poesia.


Sinto-me um tanto sazonado, não compreendi essa quimera, esse pueril descuido da minha alma poética, deslumbrada com a glória que me dá a poesia.


Evan do Carmo
Enviado por Evan do Carmo em 08/10/2007
Código do texto: T686201
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Sobre o autor
Evan do Carmo
Taguatinga - Distrito Federal - Brasil, 53 anos
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Evan do Carmo