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Ainda

Ainda que eu soubesse o que é sorrir, eu nunca mostraria meu sorriso ao mundo, quero mostrá-lo a você.
Ainda que minha alma não perdesse tatnto tempo desejando quem nunca me desejou, ainda assim eu tenho dúvidas, por mais certezas que você me dê.
Ainda que eu consiga conjugar todos os verbos da vida, ainda assim eu nunca saberei o que é viver uma vida calma.
Ainda que minha maneira de viver não seja intensa, eu não serei totalmente normal; Não viver como qualquer outra pessoa, tenho que ser diferente, e mostrar a mim um novo modo de ser, ser alguém especial na multidão.
Ainda que nessa longa estrada não houvesse curvas, ainda que esse rio não chegasse ao mar, ainda que as estrelas não enxergassem só a anoite, ainda que o horizonte não fosse tão triste e amargurado, mas lindo...
Ainda que os meus braços não bvuscassem os seus nas ondas desse mar. Ainda que eu não seguisse os passos que eu mesma marquei, mas imaginei que seria minha única saída, a única solução.
Ainda que seus olhos me olhassem intensamente, ainda que nossos olhares se cruszassem uma vez somente a cada vinte e quatro horas. Ainda que eu conseguisse esquecer o resto do mundo ao seu lado.
Não seria o bastante, e pra nunca dizer que virou apenas saudade ; Dizer que ainda é cedo demais pra se dizer sempre e você preferir jamais dizer algo parecido...
Nathalya Etchebehere
Enviado por Nathalya Etchebehere em 18/10/2007
Código do texto: T699610

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Sobre a autora
Nathalya Etchebehere
Ribeirão Preto - São Paulo - Brasil, 33 anos
253 textos (23045 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 24/10/17 00:55)
Nathalya Etchebehere