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Coisa de homem e fragilidade

Sinto que é isso que ela não vê em mim.
Esse modo de rir e ser autêntico.
Esse jeito que percebo ser diferente.
É isso que não faz que eu seja... eu não sou!
Não. Não atraio! Definitivamente. Não sou atraente.
Não, minha gente, sou um ser, assim, vivo somente.
Mulheres são lindas. E a menina que me faz pulsar,
pulsa por algo que eu não posso ser.
Já estou eu falando de mim de novo.
E de novo. E eu estou bêbado.
Vejo muito. Não gosto. Pra ser sincero, odeio.
É! Tem que ser doida pra ser louca por mim mesmo.
Tão gratuito assim...
Estou com raiva. Meio de repente. Meio de repente,
Estou com raiva. Não quero chorar como o outro poeta
queria. Como ele, não digo não.
Não digo. Mas, estou com raiva.
Cansado. Sozinho. Louco de saudade.
Louco por um cio. Sim. E a censura até permite.
Mas, não é qualquer um. Não é. Não é não.
Eu até me permito escolher.
O que é um luxo. Não quero nada gratuito,
nem doidice. Quero ela. Ela não me quer. Sequer pensa
nisso. Que absurdo. Que abuso. É abuso. Ah, uso e desafogo
as mágoas agora. Saudade. Estou só. Louco, cioso e louco por
um cio. Se hoje eu pudesse, se eu escolhesse, se desse, se fosse
E                                       L                                           A.
Quero aquela. Quero ela. Quero a donzela cujo busto me atrai.
Cujo glúteo é qual maçã. Não quero a tantã. Ai, ai. E ninguém
Entende. Héin, tende a me entender? Não, porque não posso dizer.
Eu não tenho preconceito. Apenas, algo tem que me chamar atenção.
Que droga de sensação!
Chega!!!!!!!
Arpejo
Enviado por Arpejo em 02/11/2007
Reeditado em 03/11/2007
Código do texto: T719862

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Sobre o autor
Arpejo
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 39 anos
83 textos (3546 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 24/10/17 00:59)
Arpejo