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O verdadeiro amor pede licença


                            O Verdadeiro amor pede licença
Tanto o homem como a mulher costuma banalizar a palavra “amor” em qualquer momento, ou em qualquer namorico de primeiro dia. É a palavra  mais comum pronunciada até mesmo entre um casal que mal começou o namoro.

É um tema que exige muito cuidado ao ser questionado, para que a palavra “amor” não seja expressa com vulgaridade. O amor é muito mais do que uma simples palavra, portanto, há necessidade da exigência de meditação plena antes de pronunciá-la a fim de evitar uma indesejável confusão dos sentidos, no processo de enganar a nós mesmos, ao aceitar como válido algo que seja falso ou inválido.
 
Todavia, o ser humano tem no amor a sua fonte de vida e, conseqüentemente, vai continuar amando sempre, mesmo que ilusoriamente, porque o amor é a força que impulsiona a vida. Sem o amor, o mundo se esvazia, os corações padecem e a vida perde seu objetivo. Vivemos em função do amor com necessidade de amar alguém, para que a vida não seja vegetativa e complicada.

Entretanto, o cuidado em pronunciar a palavra ”amor” deverá sempre prevalecer entre os casais, para que ela não seja banalizada.

Enquanto o amor estiver presente nos corações do ser humano, haverá objetividade e força para seguir amando, mesmo que seja um amor momentâneo, mas que lá na frente por força das circunstâncias, tenhamos que embarcar noutra canoa.

Vamos amar, amar sempre! O amor é vida.

Luiz Pádua
Enviado por Luiz Pádua em 05/11/2007
Reeditado em 05/11/2007
Código do texto: T724309
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Sobre o autor
Luiz Pádua
Sorocaba - São Paulo - Brasil
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Luiz Pádua