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Enfim, esqueço

E que fique no passado,
Morta, desolada, sozinha,
Reclamando na estrada uma carona.
Que fique deitada sobre sua estupidez.
Sobre a sua morbidez.
Sobre o que não foi pra mim.
Que fique sim. Eu fico aqui.
Espero encontrar uma nova versão de ti.
Uma última lagrima escorrerá
Ao te encontrar de novo.
Escorrerá pela outra que morreu.
E sorrirá para a que encontrar.
E a abraçará e se confraternizará,
como faz um bom amigo.
Nada mais que isso.
O lugar da morta foi preenchido.
Você tinha razão. Lá no fundo o seu coração sentia.
Você houve me perdido.
Chorou como eu chorei.
Se arrependeu, e eu enlouqueci.
Amo alguém agora e oferecerei o amor que dei a ti.
Talvez até maior.
Correrei atrás dela chorando como fiz por você.
E quando a alcançar, direi “fica comigo”
Um instante a mais. Fica comigo e vamos planejar.
Espero que algo de você recorde feliz as canções,
As criancices, o amar demais, os gestos e maluquices.
Foi tudo sincero, foi o amor que te dei.
Foi amor que nunca mais amei.
Mas, quero dedicar amor igual a quem merece agora.
Espero que alguém te ame tanto quanto eu te amei.
Espero que valorize esse amor e seja feliz.
Como sou e como serei.
Beijos.
Arpejo
Enviado por Arpejo em 08/11/2007
Código do texto: T728095

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Sobre o autor
Arpejo
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 39 anos
83 textos (3513 leituras)
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Arpejo