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MINHA LINDA MULHER

              - 15/11/07 -

 

 

Cidinha,

 

 

1 - Eu te peço por todas as coisas boas desse mundo e, em nome desse amor que transita por nós que, se um dia me vires a chorar, minha linda, meu amor, aconchega-me ligeiramente ao teu doce e mole ventre.

 

2 - Será para aliviar essa dor gostosa que se sente, que com o morno calor e o doce aroma quente dos teus seios, de pronto eu tenho a certeza irá passar.

 

3 - Por favor, querida, eriça os meus cabelos com os carinhos das tuas leves mãos, acaricia o meu peito sôfrego com os teus beijos ardentes e não te esqueças dos meus lábios em febre de vulcão.

 

4 - Ah! Eu adoraria as suaves massagens nesses meus pés andarilhos, pois cansados, eles muito andaram em busca de ti, mas depois desses santíssimos e despojados cuidados, ama-me com toda a liberdade e com todo o teu furor necessário de mulher.

 

5 - Submisso a ti eu me prostrarei, por isso, envolve-me por inteiro e carinhosamente com a pulcritude santa do teu corpo e, abrasados, eu te juro minha linda mulher, nesse momento de divino êxtase, seremos arrebatados para as planícies interplanetárias e inomináveis do amor.

 

6 - No aprisco perfumado da tua alcova, eu quero cobertor macio, beijos loucos e ardentes, para que tu me sufoques ali mesmo indefeso e deitado, eu feito uma presa em teus braços te possuindo e tu me possuindo loucamente.

 

 

 

 

 

 

 

 

Eráclito Alírio da silveira
Enviado por Eráclito Alírio da silveira em 15/11/2007
Reeditado em 03/12/2007
Código do texto: T737943
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Sobre o autor
Eráclito Alírio da silveira
Imaruí - Santa Catarina - Brasil, 75 anos
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Eráclito Alírio da silveira