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A MAGIA E A LEVEZA DO TEU SORRISO.

                         - 15/11/07 -

- Cidinha -

 

                                                 Algo me chamou a atenção e, por isso, eu estive vendo o teu perfil naquele site de relacionamento. Como é o primeiro contato que faço, eu quero te oferecer esses versos numa mensagem mágica e simpática de benquerer.

Morre lentamente aquele ou aquela que não vive uma paixão, naturalmente daquela que faz voltar o brilho aos olhos e fazer o coração viver aos tropeços. (Pablo Neruda)

Mesmo porque, a vida não é um problema para ser resolvido, mas sim um mistério para ser vivido. A vida, esse componente sutil e indefinível é um tremendo e fascinante mistério.

Nela, um relacionamento simpático pode ser a abertura de uma janela para que se visualize, quem sabe, um sentimento maior que comumente chamamos de amor ou uma amizade que jamais será destruída.

Ninguém se basta por si só, e a gente só tem vida plena quando passa a ter a sua vida inserida na vida de alguém. A isso, nós chamamos de uma doce e indizível sobreposição de almas, por isso, é necessário que se alimente sempre o fogo da alma, porque se não o fizermos, ele se apagará e o amor também fenecerá.

Minha linda, a vida é tão misteriosa que tu nem imaginas; por isso, eu acredito até que, tu já tenhas povoado os meus incompreensíveis e misteriosos sonhos.

Na minha alma crepita um fogo que arde, mas não consome e, a isso, nós chamamos de amor.

Minha Linda não ligue para mim, eu sou mesmo assim e fico muito feliz em poder te oferecer esses versos, confesso-te ainda que, nessa hora a minha alegria é maior do que uma campina sideral.

Quando eu escrevo um poema, tenho um grande padecimento por não poder expressar todo o amor que está represado na minha alma, entretanto, quando me lembro que é para ti que estou escrevendo, nesse exato momento, o meu padecimento que era de dor se transmuda para uma alegria indizível.

Sem querer, eu acabei de compor um poema para ti, portanto ele é todo teu, por isso, ame com intensidade porque, quem sabe, sobrará um cadinho de amor para esse pobre poeta.

 

P. S. – Este poema era para ter sido escrito naquele momento ou logo      em seguida, entretanto não foi possível, pois o amor nos fulminou e, por isso, perdemos o equilíbrio e nos naufragamos graciosamente.

Um beijo do poeta.

 

Eráclito Alírio da silveira
Enviado por Eráclito Alírio da silveira em 15/11/2007
Reeditado em 03/12/2007
Código do texto: T738454
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Sobre o autor
Eráclito Alírio da silveira
Imaruí - Santa Catarina - Brasil, 75 anos
889 textos (142149 leituras)
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Eráclito Alírio da silveira