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SOLIDÃO

Madrugada indolente
a  cidade dorme um silêncio angustiante,
grilhões invisíveis apertam-me o peito
entrelaçados em cadeias imaginárias.
Não  ouço vozes se perdendo no vazio,
olhos na escuridão,
não os vejo a me espreitar.
E a vigília se prolonga eternamente
me confundindo com sombras inexistentes.
Estou só, vazio, impotente.
Busco, rebusco no baú da minha mente
mas nas lembranças não encontro o elo perdido.
Fico vagando em passos lentos
pela cidade submersa na saudade.
E ... nesta caminhada lenta, sem sentido
pareço um náufrago solitário em alto mar
que vai nadando
esperando um salva-vidas.
FATIMA MOTA
Enviado por FATIMA MOTA em 17/11/2007
Código do texto: T741334

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Sobre a autora
FATIMA MOTA
Natal - Rio Grande do Norte - Brasil
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7 e-livros (425 leituras)
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FATIMA MOTA