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as horas e o mosto

bebi o mosto da tua viagem, enquanto glandes sorriam, obscenas.
então, nessa fuga que fizemos através dos braços,
descobrimos a certa terminação das ilhargas.
quando o teu corpo se dobra em chamas,
já não reduzimos no semáforo.
e só acordamos num hostal de denises.
é que a viagem começa no vilão do vinho.
e nos teus quadris,
que
ardiam
as horas
e o mosto.

campo de ourique e são marcos (25 de outubro de 2001)
Nuno Trinta de Sá
Enviado por Nuno Trinta de Sá em 28/12/2005
Código do texto: T91498
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Sobre o autor
Nuno Trinta de Sá
Portugal, 43 anos
73 textos (1676 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 03/12/16 03:08)