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ad mortem

Estou tão farto de você(sou individualista).Não sei bem quanto tempo devo permanecer assim:pode ser que eu mude daqui a alguns minutos(não consigo fazer uma narrativa em terceira pessoa).
Será que não consigo perceber a realidade através dos meus personagens interiores?Não. Besteira. Talvez um dia ou nunca,(tô me sentindo um sofista)a quem eu quero convencer?
Ela andava na rua tão apressadamente(ou apressada), sentindo o aroma do vento(atitude leviana?) me sinto dentro dos instantes-já de Clarice. Que droga! Sou um ser em processo constante e disforme. Bem, continuando a falar do vento(ou da garota?).
Não sei ser epifânico, talvez eu não seja nada. Cada dia mais perco o rumo do vento(tenho de parar de ler Clarice). Olha! Veja por si mesmo que não há nada a se ver(isso é um texto escrito - por incrível que pareça).
Ela continua sua caminhada em direção multilateral(amplia sua visão de mundo?) E o vento? Ah! Ele está bem aqui! Você o respira! Por meio dessas linhas que escrevo, você sorve tudo até ficar inundado.
- sim. Meu nome é a garota-vento(estou contida dentro de mim mesma?)- me indagou. E como ela apenas me indagou, vou deixa-la sem resposta até daqui a meio segundo.
(ponto de interrogação)
existencialista
Enviado por existencialista em 07/01/2006
Reeditado em 20/02/2015
Código do texto: T95526
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
existencialista
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 29 anos
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existencialista