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O mercado de trabalho atual

O mercado de trabalho esta cada vez mais exigente. A cada dia que passa a especialização é um dos fatores predominantes para o desenvolvimento profissional. Diante do processo histórico, a sociedade fundamenta-se na seleção de paramentos baseados na cultura sócio-econômica do nosso Brasil.
Desde os tempos mais remotos, a nossa sociedade viveu as margens do espelho da escravidão e dominação colonial diante de muitos fatores de racismo, dominação e segregação. A libertação apenas ficou no papel, a partir do momento que a educação tornou-se decisivo, embora o acesso as classes menos favorecidas, tornam-se difícil, quando tinha que buscar seu sustento através da força de seu trabalho.
E como fazer? Que tipo de emprego essa classe teria que enfrentar?
A ocupação de cargos não qualificados, os serviços domésticos, a construção civil e o mais agravante o desemprego. Embora seja uma condição da maioria dos brasileiros, terei como exemplo o negro, a mulher e o idoso.
O negro já sofre a repressão ocupando cargos menos qualificados e de baixa remuneração. A mulher, vítima de uma sociedade machista, que pregava o trabalho doméstico e submissão ao homem. Os idosos já sofrem preconceitos com sua idade, onde muitas empresas dispensam pessoas mais velhas para contratar mão-de-obra mais barata.
A falta de infra-estrutura é o modelo que não esta voltada a essas classes, faz-se notar que o detalhe é baseado na transformação e na luta que muitas pessoas tiveram que passar para ocupar e definir seu espaço.
As organizações sócio-política devem criar possibilidades de inserção como um todo. A força de vontade é um fato predominante, que deve esta evidente em cada um de nós. A diferença que faz a diferença. Temos que ter consciência que cada pessoa tem capacidade de ter seu espaço.
Enfim, o capitalismo infelizmente rege o nosso país. As pessoas devem estar capacitadas para exercer funções múltiplas que atenda as instruções operacionais e sujeita a tais rigidez das normais dessas organizações. Para muitos trabalhadores, só restam buscar alternativas de rendas como  autogestão, a economia solidária, o cooperativismo, o trabalho autônomo, muitas vezes informal, se quiser sobreviver dentro do sistema, ou, então, lutar pelo reforço dos movimentos sociais, sem trégua, junto ao governo de plantão a necessidade urgente de reformas sociais.



Henriqueta Pereira
Enviado por Henriqueta Pereira em 16/08/2009
Código do texto: T1757813
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Henriqueta Pereira
Salvador - Bahia - Brasil, 35 anos
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Henriqueta Pereira



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