Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

Loucura

            Quando me despertei pela manhã após uma suave noite de descanço debaixo de meus lençois, o sol já estava me presenteando com suas energias positivas.  Depois de várias manhãs ausente em meu despertar, olhei bem ao longe no horizonte e a vi ser encoberto pelas nuvéns atrás das montanhas e ali permaneci por algum tempo comtemplando o vale e sua beleza em minha frente, em seguda foi despertado com um lindo bom dia cheio de paz.  Espreguicei e fui escovar-me os dentes para tomar o café da manhã, quando derepente olhei ao lado e vi algumas mulheres a lavar-se no riacho que corre lentamente em busca de seu amado será que estou sonhando ou realmente vivendo esta belissima manhã de domingo onde em meu entorso existe mais o lado da razão e falta emoções em vários corações, nesta balança onde o controle é fundamental para a existência vejo apenas milhares de regras e ao mesmo tempo as faltas completamente, pois sou ser e erro, porém busco sempre asssumir os meus e assim procurar com eles a medida exata de um pequeno acerto, porém agora prefiro e quero continuar a viver este presente explendido que me foi compreendido em seu todo, neste vale de rara beleza existe energias positivas vindas da mãe natureza em minha direção a direcionar meus passos na estrada de minha vida, rumo a curvar seguro as curvas sem derrapar onde a aderência torna-se firme e minhas pegadas vai deixando rastos positivos das palmas de meus pês desenhados na areia sobre a grande mãe natureza, o riacho ha encher-me de paz com suas correntezas mansas e suave, deslizar sobre a relva formando um espetáculo lindo de se deslumbrar qualquer ser, os montes quase tocar as águas que corre sobre a vereda, e as nuvens ao longe parece tocar com a ponta dos dedos as copas das árvores, e se esconder atráz da montanha, da mata sai passaros em um revoar a entoar notas em uma sinfonia perfeita, nota mil para esta orquestra, o sol com toda suas forças busca energias positivas em seus jardins secretos para também contemplar ao longe em meio as nuvens este presente lindo dado de graça por ELE.
            As roupas já vão se ajuntando no varal em cores diversas:  verdes, azuis, brancas alaranjadas e o corrego contínua o seu percurso rumo ao seu curso natural, o orvalho começa a secar sobre a relva mais ainda está a deslizar gotas cristalinas de vida em suas raizes em busca de energias no seio da mãe natureza as nuvens há!!!  Com seu formato lindo em um bailar magnifico sobre a montanha da paz, com suas várias corcovas de montes sobre montes em formar ao longe a gigantesca montanha e bem no alto da montanha a mata explendida de beleza começa a florir e as folhas em seu conjunto cair as velhas para dar lugar a novos brotos e folhas a cada instante onde tudo forma em seu percurso uma harmonia perfeita, sem atravessar ou tirar a beleza do outro, pois já está próximo a primavera e os botões já se forma a cada instante para presentear a grande floresta e seus habitantes com flores exóticas a perfurmar todo seu interior pelo trabalho de um ano inteiro, ali um pouco afastado o coqueiro começa a abanar suas folhas e aplaudir o presente dado por ELE a cada manhã.
As nuvens lindas vão formando ao fundo e o sol busca prosseguir o percurso de sua entrada, as mulheres as margens do corrego sem perceber em um bailar sobe até o varal e vai colorindo cada vez mais o vale e a montanha em seu entorso, assim como o presente é consedido a todos os seres, a pipa corta os ares em meio os urubus nos fundos da encosta e as crianças com sua pureza a sorrir e gritar umas com as outras, enquanto outras caminha sobre a relva ainda molhada pelo orvalho da madrugada, outros animais vai chegando o cavalo a beber-se da água do corrego, o gado a degustar-se da relva fresca, e como já vai chegando a primavera as coresmeiras vai florindo as margens ao longe, a brisa suave vem tocar a minha face e meus cabelos soltos ao vento, aqui onde tudo é belo e cheio de vida sem perceber em uma correiria desvairada, cavalos de aços com seus ruidos extridente dá o tom da loucura dos racionais em viver irracional às margens do vale e da montanha da PAZ.
CAMBRAIA JJOÃO
Enviado por CAMBRAIA JJOÃO em 10/09/2007
Reeditado em 20/09/2007
Código do texto: T646382
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
CAMBRAIA JJOÃO
Lagoa da Prata - Minas Gerais - Brasil, 57 anos
455 textos (29552 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 19/10/17 01:33)
CAMBRAIA JJOÃO