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As maravilhas da arte literária


Fórmula secreta da mágica humana e da felicidade.

 

Escrever é interessante por demais. Além de liberar mundos internos, você conquista a identificação do leitor no ato da leitura .

As vezes, nem você , se dá conta do que escreveu. Acontece sempre, um fato estranho, tipo: escrever um texto que pôr diversas vezes em leituras você possa mergulhar em mundos diferentes e idéias diversas também. Comigo acontece sempre.Uma ambigüidade sem fim.

Você lê um livro uma vez , uma frase, um poema, uma poesia e dali estrai milhões de temas, milhões de possibilidades...

Na colocação de escritor, podemos nos fazer de várias idades, sexo, profissões, posição social, enfim liberar personagens. É fascinante o mundo da literatura, do teatro e da música. Mesmo que se tenha um elo com a verdade, a sua verdade, quem te interpreta pode não estar sensível ao que você tenta expor , realmente. Conversar de olho no olho não dá a segurança que um texto, posso propor a princípio.Um interprete consegue se fazer o próprio acontecimento de uma composição e te passar com firmeza a proposto do compositor.

Um compositor, consegue transpor um momento de ilusão, de amor ,de um sofrimento jamais sofrido em um rascunho ou canção imortalizada. Em peças de teatro toda uma cia ,se junta pra realizar e te passar essa fantasia. É um sonho, quando você realmente absorve toda essa sensibilidade da arte.

Te desencadeia milhões de sentimentos e sensações , após estar diante de um conjunto de artes envolvidas. É mágico.

Quando nos pomos a escrever, podemos sonhar, falar da realidade tudo junto. Contar fatos e fazer história realmente. Assumir pessoas e comportamentos maravilhosos. Desse desenvolvimento, é natural sairmos por ai embebedados de curiosidades e sensações. Cada acontecimento e local é motivo pra escrever e desenvolver pensamentos.

Quanto mais se escreve, mais queremos escrever.

A capacidade do homem de criar é em série. Tudo ao seu redor pode ser dramático, feliz, crítico...

Quem escreve libera as feras internas, faz seu próprio relaxamento, vive muitas vidas, tem um intuito voltado ao ser humano mais próximo, pelo simples observar de comportamentos. Vai desenvolvendo psicologias, filosofias de vida ...e cada vez mais sensível, se torna esse seu "eu "observador, sujeito a tudo e a todos.

É um vício realmente, por que, tudo isso se torna involuntário. Cresce uma maturidade gigante nesse momento. O susto, vem depois se ler o contexto da escrita. E se ler de novo, vai ficando mais e mais interessante.

Um mesmo texto, pode ser milhares num só papel.

Escrever é uma arte viciosa, é um vício que jamais deve ser deixado, pois desse vício o homem deveria se acabar. O mundo seria mais feliz e suas pessoinhas também. As três leis da felicidade: LER, ESCREVER E NÃO ENTENDER

Por que não entender é fundamental. Te dá a chance de maior aproveitamento da idéia proposta. Fazendo do seu criador um mago.

Débora Costa
Enviado por Débora Costa em 26/10/2007
Código do texto: T710629

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Sobre a autora
Débora Costa
São José do Rio Preto - São Paulo - Brasil, 41 anos
24 textos (1252 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 20/08/17 08:53)
Débora Costa