Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

EDITORIAL SOBRE ABORTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES
DEPARTAMENTO DE LETRAS
DISCIPLINA: LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS II
PROFESSORA: SÍVIA RÊGO
COMPONENTES: FRANCISCO GEOCI E TAMYRIS REZENDE
TURMA: LETRAS_2006.2 – 2° PERÍODO

REDAÇÃO – EDITORIAL


DA REDAÇÃO


Lula da Silva, a política e o crime do aborto


 
É possível conceder ao nosso presidente da república algumas palmas por uma de suas últimas declarações: a questão do aborto. A razão das palmas é em virtude do olhar futurista do excelentíssimo, ao defender que a solução para evitar o aborto seria o investimento em políticas públicas a fim de melhor orientar e educar a população, para que assim seja possível reduzir o número de gravidezes indesejadas, embora, ainda que não explicitamente, ele defenda mais uma vez a “solução” imediata para um problema (o aborto) abstendo-se da responsabilidade acarretada, ao declarar que este é um tema para o congresso.
Caro leitor, obviamente o Brasil necessita de uma política voltada especialmente para o planejamento familiar, o que não absolve da culpa qualquer cidadão que venha a cometer esse crime tão covarde: acabar com a vida de um ser, seu semelhante, inocente e indefeso, privando-o de um direito irrevogável, privando-o de ter uma chance à vida, digna e plena, como a merecida por qualquer ser humano.
Nosso presidente, ao que tudo indica, mostrou-se um pouco ingênuo, no momento em que afirmou não acreditar em abortos realizados por mera opção, ou seja, abortos feitos por causa da luxúria que contamina o coração do homem. Nós brasileiros, cristãos ou não, sabemos bem qual a real situação de nossa nação. Infelizmente, temos uma população voltada, consideravelmente, para uma futilidade desnecessária. Meninas, jovens e bonitas, não querem ter seus filhos por preocupações, muitas vezes, apenas de        
cunho estético, ou por não serem apoiadas, ou apenas pelo medo de que não o sejam; mulheres, já maduras, não querem o fruto de sua própria “liberdade”, ou melhor, libertinagem, simplesmente porque este “peso” poderá ser um empecilho em sua vida profissional, ou amorosa, ou mesmo sexual.
Em outros casos, mais emocionantes, vemos pobres garotas sendo forçadas ou, no mínimo, pressionadas por seus parceiros e/ou familiares a cometerem esse erro (abortar) do qual irão se arrepender, talvez, e na grande maioria dos casos, pelo resto de suas vidas. Há também casos absurdos em que as chamadas “feministas” batalham para serem livres e poderem desfrutar de sua lascividade o quanto for possível, sem para isso precisarem arcar com as conseqüências de seus atos, nada ortodoxos. Isso não é feminismo, é uma agressão à dignidade e à moral feminina.
Caríssimos, diante desse assunto, deveras denso e de total relevância no que concerne ao direito à vida e respeito a esta, não poderíamos calar nossa voz jamais, pois aquele que nega a vida ou não age em favor dela nega o próprio Jesus Cristo, o verbo divino que se fez carne e habitou entre nós, doando sua própria, “Para que todos tenham vida e vida em abundância”. Sendo assim, o Jornal A Ordem vem posicionar-se terminantemente contra esse horror que assola a sociedade, pois defende, acima de tudo, o direito à vida. Todos têm direito a ela!

__________________________________
CHRISTIAN GONÇALVES, DIRETOR DE REDAÇÃO


O nome do Jornal e do diretor da redação são apenas ilustrativos.

Texto produzido por Tamyris Rezende e Geoci da Silva
Arkangellus
Enviado por Arkangellus em 30/10/2007
Código do texto: T716375
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
Arkangellus
Natal - Rio Grande do Norte - Brasil, 30 anos
66 textos (14836 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 23/08/17 16:58)
Arkangellus