PRATICANDO SONETO – Voz d’alma
 
 
PRATICANDO SONETO – Voz d’alma – 02.10.2011

 
Vejam aquele corpo putrefato,
Que na lápide jaz abandonado,
Sempre fora na vida bem abstrato,
Às verdades do Deus crucificado...
 
Optou pelos caminhos duvidosos,
Amante das noitadas, da matéria,
Julgando-se de dotes poderosos,
Deixar-me-á sem dúvida em miséria...
 
Dele sendo alma tão triste e sofrida,
Dominada por suas malquerenças,
Eu que sempre propus encarecida,
 
Pra do alto receber boa acolhida,
Nunca disseminar as desavenças,
Não fui capaz não sou um  homicida?
 
 
Ansilgus
 
 
Em construção/revisão

09/10/2011 11:43 - SanCardoso:
Esse clamor dolente
Em triste abandono
e um corpo ausente.
Viveu! Sem ser dono.
 
- Parabéns, pelo seu intenso e reflexivo soneto, Ansilgus! BFS - beijos ternos,
Para o texto: PRATICANDO SONETO – Voz d’alma (T3262998)


ansilgus
Enviado por ansilgus em 07/10/2011
Reeditado em 10/10/2011
Código do texto: T3262998
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