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Parece brincadeira,...

Parece brincadeira, mas é verdade!
Sempre tem que haver alguma celeuma para agitar a mídia.
Soluções de fato para os constantes e intermináveis problemas brasileiros,
não carregam tanto espaço na mídia, nem no dia-a-dia da maioria da população.
Mas o disque-me-disse, esse como esse do presidente, que verdade seja dita, tem uma assessoria de analfabetos, para ficarmos assim simpáticos, é brincadeira.
Qunado não é algo assim, é casamento de fulano com fulana, com o mesmo tipo de mote para controvérsias, ou até coisas sem a menor importância ainda.
Da parte do antigo presidente, antes mesmo de se criar nova celeuma, evidentemente, junta-se mais e mais falta de bom senso.
Do presidente atual, prega-se todos os infortúnios para execrar sua administração: gastos, falta de jeito, e por aí vai...
Vejo isso, como os contantes problemas que ocorrem nessas instituições tipo Febem, presídios e congêneres - que viram manchetes dia sim e no outro também, mas o problemas mesmo, nunca é tocado no seu cerne. E todas as vezes, sobram apenas mais e mais medidas paliativas. Soluções que resolvam, nunca aparecem. Ah!, aparecem os direitos humanos para tocar mais lenha no assunto, acusando as agressões que, por exemplo, os menores sofrem. Mas não vejo a mesma atuação desses, dos direitos humanos junto aos vitimados por esses mesmo menores infratores. Famílias destruídas pela ação da marginalidade em nenhum momento recebem a mesma atenção.
De novo, o problema é tocado de lado, sem que soluções sejam efetivamente colocadas em prática, para a diminuição da marginalidade.
No "arresto" dessa concepção, correm todo esso processo de indiferença generalizada que estamos vivendo.
Só solapada com algumas manchetes que a grande mídia propaga aos quatro cantos.
Gostaria muito que o Fernando Henrique explicasse, porque deixou os colloridos tão impunes, ou mesmo as vendas das estatais - diga-se que deveriam mesmo serem vendidas - mas não recebendo de volta um monte de papéis - moedas podres...
Peixão
Enviado por Peixão em 14/04/2005
Reeditado em 11/04/2015
Código do texto: T11327
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Peixão
Santo André - São Paulo - Brasil, 57 anos
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