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Vivendo da morte

Resumo
Uma analise demográfica e estatística sobre óbitos e circunstancias.
Mecanismo de justificativa do crescimento e desenvolvimento do setor funerário e apoio funerário pos morte, configurando estes setores como atores no palco social e circunstancial de São Paulo e do Brasil.

Dados:
Em 1998, foram registrados no estado de São Paulo, 11.752 óbitos por homicídio doloso; 5.445 homicídios culposos por acidente de trânsito e outros; 545 latrocínios, ou seja, roubos seguidos de morte; 1.838 suicídios; 26.727 mortes suspeitas e 21.714 desaparecimentos de pessoas. No mesmo ano, ocorreram 812 mortes em ações da polícia. Deixando de considerar os desaparecidos e aceitando que cada registro policial corresponda a um único óbito, temos em torno de 47.119 óbitos por causas externas, ou seja, um número quatro vezes maior que os homicídios registrados.
No Estado de São Paulo:
• 1999, ocorreram 12.818 homicídios, sendo 5.096 considerados dolosos.
• 2001, foram 12.475 e 4.895.
• Na cidade de São Paulo, em 1999, ocorreram 6.356 homicídios, dos quais 5.418 classificados como sendo dolosos; em 2001, foram 6.112 e 5.174, respectivamente.
É bom lembrar, adicionalmente, que muitos registros de ocorrência envolvem mais de uma vítima fatal e não se sabe ao certo se os homicídios múltiplos estão sendo contados pelas nossas autoridades.
(SSP-SP)

Os homicídios respondem por 46% das mortes de adolescentes no país e são a principal causa de óbitos nessa faixa etária, à frente das causas naturais (25%) e dos acidentes (23%).
A constatação é de estudo do Laboratório de Análise da Violência da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, a ONG Observatório de Favelas e o Unicef, braço da ONU para a infância. O trabalho utiliza informações do Ministério da Saúde relativas a jovens de 12 a 18 anos nas 267 cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes. Os dados são de 2006.

A cidade de São Paulo,  dispõe de Serviço de Verificação de Óbito (SVO) e Instituto Médico Legal (IML). Para as localidades que têm serviço específico, a Lei Estadual nº 5.452/1986 define que  os óbitos por causas naturais sem assistência médica “deverão ter seus atestados fornecidos por médico da Secretaria da Saúde e, na sua falta, por qualquer outro médico da localidade.

Os
coeficientes de mortalidade por causas externas e sinais, sintomas e afecções mal definidas
apresentaram declínio, em ambos os sexos, passando de 991,6 por 100.000 habitantes em
1991 para 899,0 em 2000 entre os homens, e de 687,8 em 1991 para 523,9 em 2000 entre as
mulheres. Óbitos sem assistência médica foi a categoria mais freqüente entre as CMD,
sobretudo entre os mais velhos. Há também um diferencial entre os sexos, sendo que as
mulheres apresentam maior proporção de óbitos por CMD. Isto se explica em parte pela
sobremortalidade masculina devida às causas externas e pela estrutura etária diferencial da
mortalidade, pois as mulheres vivem em média mais anos que os homens (Vasconcelos
1996).

Há 5,6 milhões de veículos registrados e cerca de 3,5 milhões em circulação na cidade de 16 000 quilômetros de malha viária e 10,7 milhões de habitantes. São números impressionantes, que, associados à irresponsabilidade e à fatalidade, matam motoristas, motociclistas, ciclistas e, sobretudo, pedestres.
• Todos os dias, 4 pessoas morrem em São Paulo após sofrer acidentes de trânsito.
O índice de mortes nas rodovias do Estado de São Paulo decorrentes dos acidentes neste feriado de Páscoa teve:
 um aumento de 2,44 para 2,81 de 2009 para 2010, o que equivale a um avanço de 15 4%.
O índice de vítimas feridas caiu de 51,11 para 42,89, de um período para o outro, uma queda de 16,1%.
 Neste feriado, em números absolutos foram 1.043 acidentes, 36 mortos e 549 feridos.
Já o índice de acidente diminuiu 1% neste feriado de Páscoa em relação ao ano passado, segundo cálculo da Secretaria dos Transportes do Estado divulgado nesta segunda-feira. O índice de acidentes do último feriado foi de 0,81, contra 0,82 em 2009. Segundo a secretaria, o índice de acidentes não é o número absoluto de acidentes nas estradas. Ele é calculado levando-se em consideração, além dos dados quantitativos, a extensão das rodovias, o VDM (volume diário médio de veículos) nas estradas e o período analisado.
Anualmente, segundo a Associação Brasileira de Empresas e Diretores Funerários (Abredif), o mercado funerário movimenta aproximadamente R$ 1,5 bilhão no País.
No óbito e pós óbito:
Atualmente os profissionais do Serviço Social são extremamente atuantes nas empresas onde trabalham, muitas vezes assessoram diretamente o diretor na resolução das problemáticas que concernem tanto ao colaborador interno como aos usuários assistidos, administram os benefícios, dedicam-se à elaboração de projetos e implantam atividades diferentes, criativas, que vencem o preconceito que muitos têm com relação à empresa funerária.

        •Visita aos velórios objetivando esclarecer o usuário quanto aos direitos que lhe são cabíveis junto ao plano funerário; orientá-lo quanto aos procedimentos a serem tomados; assistir à família quanto às dificuldades que possam ocorrer bem como avaliar de forma prévia a satisfação com o atendimento.

        •Atendimento personalizado na entrega do atestado de óbito objetivando orientar, encaminhar e dar suporte à família quanto às medidas a serem tomadas depois do óbito( requerimento de pensão, inventário, anulação de aposentadoria, DPVAT, seguro de vida, entre outros);

        •Desenvolver terapia de grupo juntamente com um profissional da área de psicologia objetivando aproximar e interagir as pessoas com suas vivências sobre a morte; oferecer espaço para a discussão dos possíveis medos e angústias; contribuir para o alcance do equilíbrio psico social e estimular a harmonia no relacionamento familiar trabalhando a relação “ morte x perda” de maneira simples e aberta.

HISTORICO DO SERVIÇO Social funerário.
• A mudança ocorrida no mundo globalizado também preocupa o setor funerário que até início da década de 90 se manteve num único ritmo de trabalho.
COMO ERA O SETOR ATE ESTA ÉPOCA
• Não se tinha muita preocupação com a qualificação dos serviços.
• Havia muito preconceito neste setor.
• Pouca ou insignificante tecnologia.
• Não tinha muita valorização
• Pouca informação
• Trabalho voltado apenas para a morte
MUDANÇAS IMPORTANTES NO SETOR
• Varias iniciativas foram aparecendo à procura de:
• Informação
• Tecnologia
• Capacitação
• Participação em eventos nacionais e internacionais
• Abertura para um mercado competitivo.
Perspectivas do ramo funerário:

Funerária Brasil 2009 no formato “Cases de Sucesso”.
Os expositores da funexpo2009 prometem inovações em seus produtos e serviços com novas tecnologias e menos impacto econômico e ambiental.

O molde do nível internacional:
O negócio da morte em Portugal é lucrativo, mas apesar da rentabilidade, a profissionalização no sector funerário ainda deixa muito a desejar. Os especialistas defendem uma crescente aposta na formação para uma maior e muito necessária qualificação dos trabalhadores. Com esse objectivo vai abrir a primeira escola da especialidade, em Elvas, que deverá formar os vários operadores cemiteriais.
Todos os dias são realizados, em média, 279 funerais de norte a sul do país. De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística, referentes ao ano passado, ocorreram 101.948 óbitos. Porém, a solenidade e o respeito que a ocasião fúnebre merece não está, frequentemente em sintonia com os locais esconsos e sem as menores condições onde se velam os corpos. Nem muito menos com o amadorismo inconveniente com que muitos profissionais transportam o caixão, calculando mal a dimensão da sepultura ou ‘atirando' com as flores, no final do enterro.

À falta de profissionalização junta-se ainda a pouca apetência que existe de adaptação às novas técnicas. Para a manutenção dos fornos crematórios existentes em Portugal, por exemplo, é necessário virem técnicos estrangeiros, o que provoca a paragem dos equipamentos por largas semanas sempre que ocorrem avarias. Outros exemplos:

• “Em países como o Reino Unido, França, Alemanha ou Espanha, só para citar alguns, a prática da tanatopraxia, ou seja, a higienização e conservação dos corpos, é feita a 100%. O objectivo desta técnica é a conservação temporária do corpo, de forma a evitar a libertação de fluidos e maus odores. Num país, onde durante o ritual de despedida, são muitas as pessoas que tocam e até beijam o defunto, faz todo o sentido a higienização do corpo”.

Para tentar mudar este cenário, está em curso a criação de uma Escola de Operadores Cemiteriais, em Elvas, integrada no complexo funerário que ali está a ser construído e cuja gestão está a cargo da Servilusa, empresa líder do sector. A formação, que deverá começar em Janeiro, abrange várias áreas: dos operadores cemiteriais aos operadores do forno crematório, passando pelos técnicos de tanatopraxia (higienização dos corpos) até aos agentes funerários. “Nesta atividade há aspectos de humanismo que não devemos esquecer. Se para os profissionais deste sector os funerais são actos repetidos, para a família é um ato único. É fundamental ensinar a quem trabalha nesta área as práticas comportamentais, éticas, de higiene e segurança no trabalho”, realça Paulo Carreira, diretor comercial da Servilusa, lembrando que em Portugal, as empresas familiares dominam o sector.

Ainda em PORTUGAL e EUROPA:
Episódios rocambolescos durante os enterros como sepulturas pouco fundas ou demasiado estreitas com necessidade de reajuste na hora, coveiros alcoolizados ou pouco sensíveis que ‘ajeitam' o caixão na cova, empurrando-o com o pé, são apenas alguns dos exemplos citados por Paulo Carreira. “Ser coveiro não é um trabalho menor. Mas a verdade é que há muitos que não estão motivados, não foram sensibilizados ou até se sentem ‘castigados' pela autarquia ao serem colocados naquela tarefa”, reforça o responsável.

“O Governo está em vias de exigir mais formação para esta área. Está a ser preparada legislação para que passemos a ter uma carteira profissional, o que vai dignificar a profissão”, refere o responsável da associação, acrescentando que cerca de 80% das empresas desta área são familiares e que os funcionários são polivalentes, acabando por fazer de tudo um pouco. De acordo com dados da ANEL, em 2005 existiam cerca de 4300 trabalhadores no sector funerário, pois de acordo com a legislação em vigor na altura, cada agência necessitava de um mínimo de quatro funcionários.



No Brasil:

Setores lucrativos:

O luxo chegou ao mercado funerário. Método de rejuvenescimento póstumo, revoada de pombos, empertigados violinistas, carros importados. Tal qual nos Estados Unidos, o Brasil descobriu esse mercado e os profissionais do setor estão se desdobrando para oferecer serviços de alto nível, para que o momento da despedida seja compatível com o estilo de vida do falecido.
Tudo com o objetivo de fazer com que a última lembrança seja a melhor possível. Mesmo com a taxa de óbitos estável nos últimos anos e longevidade crescente do brasileiro, o setor funerário cresceu 15% nos últimos quatro anos. “Nossa alternativa foi oferecer novos serviços para atender a camada da população que busca um serviço de qualidade e pode pagar por ele”, diz Lourival Panhozzi, presidente da Associação Brasileira de Empresas e Diretores do Setor Funerário. “De dez anos para cá, mudou muito a cultura de funerais no Brasil”.
Mudou mesmo. “Hoje, o funeral é o último grande evento social de uma pessoa”, afirma Nelson Pereira Neto, consultor de funerais especiais do grupo Bom Pastor. Entre os investimentos para atender o público de alto padrão está a aquisição de um Chrysler 300C, no valor de R$ 300 mil. “Em menos de um mês, já tivemos mais duas encomendas”, conta Kennedy Bacarin, da Procópio Limousines, que adaptou o veículo para servir como carro fúnebre.
Um dos serviços que mais se sofisticaram nos últimos anos foi a preparação de corpos. “Ninguém quer se apresentar para a sociedade em que viveu de forma pouco digna”, afirma Neto. O grupo tem uma equipe de 36 tanatólogos e 16 reconstrutores e reparadores faciais. A tanatopraxia, técnica para preparação de corpos, é capaz de eliminar odores, reduzir inchaços e melhorar a aparência da pele, eliminando hematomas e rugas. O tratamento é complementado por maquiagem, que elimina a palidez.
Amplamente difundida em todo Brasil, um exemplo recente da tanatopraxia foi realizada no corpo do Papa João Paulo II, permitindo que as homenagens ao pontífice pudessem ser realizadas por um longo período, conforme programado para essas ocasiões.
A Tanatopraxia, realizada em ambiente equipado apropriadamente (TANATÓRIO), é desenvolvida por técnicos habilitados e especialmente treinados (TANATOPRAXISTA). Para estar apto a desenvolver essa função, o profissional necessita de um curso técnico avançado, com aulas teóricas e práticas.
Níveis de Tanatopraxia*
• Nível 1: recomendada para corpos que serão velados por até 12 horas;
• Nível 2: recomendada para corpos que serão velados por até 24 horas e traslados intermunicipais;
• Nível 3: recomendada para corpos necropsiados (ITEP ou SVO) e para traslados interestaduais.

O segmento de serviços funerários, no Brasil, se expandiu nas últimas três décadas. Com o lançamento do primeiro plano funerário, em 1970, o setor passou a pensar em possibilidades para atrair o público, e hoje, com cerca de 5.500 empresas do ramo no País, fatura R$ 7 bilhões por ano. Soluções sustentáveis, como os ecocaixões, itens personalizados e de luxo, a necro-maquiagem e as estátuas e diamantes feitos com cinzas humanas, são alguns dos serviços responsáveis pelo crescimento econômico da atividade, que promete se reinventar nos próximos anos.

Produtos e Serviços
- Urna Mortuária de diversos padrões;
- Serviço de Higienização;
- Serviço de Preparação do Corpo;
- Serviço de Necromaquiagem e Reparação Facial;
- Ornamentação da Urna com Flores Naturais, Artificiais, ou Manto Real;
- Véu de Luxo Bordado;
- Livro de Presença ao Velório;
- Montagem da Sala de Velório
- Serviço Especial de Café;
- Remossão, Translado e Cortejo;
- Arranjo de Flores
- Anuncio em Rádios e Jornais locais;
- Providencia junto ao Cartório para Registro de Óbito;
- Atendimento junto a família 24 horas.

Serviços Especiais
Tanatopraxia
Moderna técnica de preparação de corpos afim de devolver as características
naturais do falecido, proporcionando um período maior de velório. A Consoni é a
única empresa de Araras a ofercer esse serviço.
Reparação Facial
Técnica utilizada para devolver a aparência natural ao falecido, devolvendo as
características normais levadas pela doença ou traumas como acidentes de trânsito,
produz resultados fantásticos. A Cosoni é pioneira e especialista nesse tipo de
Serviço.
Serviço Especial de Café
A Consoni deixa a disposição da família durante o transcorrer do velório uma
Copeira servindo a família e um completo serviço de buffet. Exclusividade Consoni.
Cerimonial Fúnebre
Serviço especial para as ultimas homenagens ao falecido, Serviço de Som e
Imagem, Serviço de Violinista afim de proporcionar uma despedida inesquecível.
Translado Aéreo
Nacional e Internacional, providencias junto a ANVISA, Policia Federal, Consulados,
Reservas de passagem para o Esquife e Acompanhante.
Ornamentação
Técnicas exclusivas e uso de flores especiais proporcionam um ótimo traballho.

O Profissional e o trabalho: A base do artigo

Os trabalhadores são conscientes do constrangimento e
desconforto gerado pelo seu trabalho às pessoas de sua família e sociedade.
Tal trabalho se mostra a eles como preocupante na medida em que os expõem
à riscos de saúde e penoso, dado o lidar com o corpo humano afetado em sua
integridade.

O cotidiano de trabalho tem sido objeto de estudos dada sua relevância para
questões relacionadas à saúde do trabalhador que se constitui em um dos fatores essenciais
para o desenvolvimento sócio-econômico do país. Se o trabalhador encontra-se mais
saudável e produtivo, maior será o retorno do investimento à saúde (MACEDO, 1984).
Portanto, para se manterem saudáveis em seus ambientes residencial e de trabalho, os
trabalhadores necessitarão ter condições que lhes favoreçam proximidade ao equilíbrio
nos aspectos bio-psico-social (ROBAZZI, 1984).

O homem vive grande parte de sua vida no ambiente ocupacional ou local de
trabalho e no ambiente da comunidade. O primeiro, de acordo com NEFUSSI (1976/77), é
considerado potencialmente mais nocivo para a saúde do que o ambiente da comunidade,
pois é nele que se encontram condições mais prejudiciais, como por exemplo, agentes
químicos potencialmente tóxicos, agentes físicos como ruídos intensos, temperaturas
extremas e agentes biológicos, como bactérias, fungos, vírus e outros.

A obra do autor francês THOMAS (1980), intitulada "Le cadavre - de La Biologie e
La Anthropologic", faz uma abordagem antropológica do cadáver na qual trata da sua
metamorfose, das técnicas de conservação, de decomposição, da imagem de morte associada
ao cadáver, enfim, as várias facetas interligadas à questão do corpo sem vida.
Entretanto, não faz nenhuma referência às pessoas ou profissionais que lidam com este
corpo. O mesmo autor, em outra obra (THOMAS, 1980), trata da questão da morte psíquica
e morte biológica, morte social, morte do fato social, as visões de morte, a simbologia
da morte no ocidente, a simbologia negro-africana, as atitudes face ao corpo morto. Este
estudo também não contempla a questão dos profissionais que lidam com o cadáver.
BORGES (1991), em seu trabalho sobre arte tumular, faz um resgate do surgimento e da
evolução da cidade de Ribeirão Preto, no interior paulista, mencionando como surgiram as
marmorarias. Refere-se aos tipos de cemitérios - o mausoléu e o cemitério ao ar livre e
analisa os significados históricos das construções tumulares. Não se refere ao manuseio
de cadáver e seu sepultamento.

No que se refere ao trabalho interligado às questões da morte e do morrer, DITTMAR
(1991), em estudo realizado com os sepultadores do Serviço Funerário do Município de São
Paulo, conclui que o objeto de trabalho desses sepultadores - o corpo morto - é desencadeador
de tensão, causando problemas de saúde. Tais problemas, segundo o autor, não chegam a
constituir-se em um diagnóstico médico, sendo considerados casos psiquiátricos menores,
que vão desde dores de cabeça à dificuldades para dormir e alimentar-se, tomar decisões,
pensar com clareza, cansaço constante e pensamentos depressivos.

Balanço financeiro
De acordo com levantamento feito pelo Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep), entre os dias 18 e 21 de novembro deste ano, a atividade movimenta R$ 7 bilhões, apresenta crescimento econômico de 8% ao ano, e gera cerca de 50 mil empregos nos cemitérios particulares. Para Ercy Soares, presidente do Sincep, a tendência de um mesmo grupo oferecer soluções completas — cemitérios, crematório, plano funerário, funerária — “está crescente”.
Destaques da empresa são os planos funerários, que podem ser adquiridos nas versões: platina, ouro, prata, bronze ou empresarial. Os preços variam de R$ 28 por mês, que dá direito a coroa de flores pequena e caixão de bronze, até R$ 110 por mês, que oferece buffet de pratos quentes e frios no velório.


Conclusão
Não há culpa para os que trabalham no setor de necropsia, funerária e anexos de apoio funeral. Visto que as causas de mortes são diversas e produzidas pelo próprio homem quando precoce. As causas são analisadas pelas necropsias que estudam a causa da morte e cria os dados estatísticos. Os profissionais pos-necro, se ligam a setores de apoio funeral para dar as famílias um serviço especializado que visa um conforto e menos traumas em um momento doloroso. Visto que é uma prestação de serviço e campo de trabalho também visa lucro de sobrevivência, conssequentemente gera concorrência de mercado e tudo isso leva a ampliar e capacitar trabalhadores e buscar novos serviços e técnicas.


Estudo feito com base nos artigos do setor e dados estatisticos oficiais
Necropsista
necropsista
Enviado por necropsista em 27/04/2010
Código do texto: T2221995

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Sobre o autor
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