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Robson Crusoé

                           FACULDADE DON DOMÊNICO

                              ILTON JOSE DA SILVA
                             
                              ENGLISH LITERATURE

                                  GUARUJÁ - SP
                                       2011

Robson Crusoé – Daniel Defoe

Esta obra conta a história de um homem que naufragou durante uma viagem e foi parar em uma ilha supostamente deserta. Vendo-se sozinho foi obrigado a construir uma casa com o que pode encontrar na ilha.
Um certo dia pode avistar seu navio, foi até ele e recolheu tudo o que pôde carregar, ouro, utensílios, alimentos e tudo o que foi possível retirar.
Depois de  estabelecido na ilha, já há muitos anos, descobriu uma pegada na areia, isso o atemorizou. Descobriu que na ilha havia canibais.
Voltou à sua “casa”, amedrontado com o que viu. Algum tempo depois teve uma forte febre, ele rogava a Deus, pois tinha muito medo de morrer e sua alma se perder.
Em suas observações junto aos canibais,  conseguiu salvar um jovem que viria a ser seu melhor  amigo na ilha: Sexta-Feira. Salvou também, um tempo depois, Lope, que se tornaria seu grande amigo.
Chegou à ilha um grupo de ingleses que traziam prisioneiros, um deles era o comandante de um navio que teve seus marujos amotinados. Crusoé os salvou e propôs ao comandante que se retivessem o navio ele o levaria à Europa, o comandante aceitou e assim foi feito.
Crusoé voltou à Europa 28 anos após o naufrágio e ficou sabendo que seus negócios iam bem no Brasil, a partir daí contatou seu sócio e consegui se estabilizar economicamente. Sexta-Feira o acompanhava em todos os momentos.
Crusoé casou-se com Isabel e tiverem 3 filhos, 2 meninos e uma menina. Vivia momentos de nostalgia, então Isabel lhe deu a ideia de criar uma nova ilha na Inglaterra, o que foi feito. Seus filhos se adaptaram muito bem.
Algum tempo depois Isabel adoeceu e veio a falecer de mal desconhecido. Ele muito sofreu por aquela que o havia feito muito feliz.
Após a morte da esposa ele organizou nova expedição à ilha que havia batizado de “Desespero”, levando toda a sorte de mantimentos e equipamento para melhor desenvolvimento da ilha. Sexta-Feira ficou muito feliz em voltar à ilha e poder rever seu velho pai.
Ao chegar à ilha o governador Lope ficou muito feliz com os mantimentos e equipamentos trazidos por Crusoé. Alguns marinheiros decidiram ficar na ilha inclusive um padre que estava a bordo.
Crusoé voltava à Europa quando foi cercado por índios hostis que queriam lhe tomar o navio. Lutaram e venceram os índios, porém Sexta-Feira foi morto ao proteger Crusoé  de flechas. Ao ver o acontecido Crusoé muito se entristeceu, mas teve que se conformar com a perda do grande e inseparável amigo.
Hoje com 70 anos aguarda sua última viagem, aquela que não terá mais voltas.
Enfim, uma obra fantástica em que o próprio protagonista se torna um narrador autodiegético, contando suas aventuras e peripécias, em que nos faz refletir como somos egoístas em pensar que tudo é tão complicado e sem saída. Esta obra épica nos revela a importância de deixarmos de lado as lamentações e colocar em prática as ações.

                         Questões acerca da obra:

          1. Como e por que Crusoé tornou-se navegador?
Porque possuía espírito aventureiro e não queria uma carreira burocrática de advogado.

          2. Explique o que houve com Robson Crusoé em sua primeira navegação.
       Ele tornou-se escravo, porém era bem tratado pelo comandante  e fugiu na primeira oportunidade que teve.
          3. O que houve depois de enfrentar uma terrível tempestade?
O navio não resiste à tempestade e Robson Crusoé é o único sobrevivente  e vai parar em uma ilha “deserta” que a chamaria de Desespero.
 
          4. Como e por que ele marcava os dias?
Depois que o papel acabou ele começou a marcar os dias nos postes e ao final de 7 marcas ele fazia um risco transversal para saber que havia passado uma semana. Isto ele fazia para que não perdesse os dias santos que havia no ano.

          5. Explique o momento mais crítico de sua permanência na ilha.
Foi quando ele adoeceu, pois tinha muito medo de que sua alma fosse perdida porque não considerava que ela estava preparada para subir aos seus.

          6. Quando e o que ele viu após muito tempo ilha na Desespero?
Após 15 anos ele viu muitos ossos humanos na ilha inferindo que se praticava a antropofagia na ilha.

          7. Quem se tornou o melhor amigo de Crusoé?
Ao avistar os antropofágicos que cometeriam mais uma atrocidade aos olhos de Crusoé, ele salvou um jovem que viria a se tornar seu melhor amigo. O nomeou Sexta-Feira.

          8. Quem Sexta-Feira encontrou na canoa?
Ele encontrou seu pai. Isso o deixou muito emocionado

          9. Quantos anos Robson Crusoé passou na ilha Desespero? E o que fez após?
Ele permaneceu na ilha por 28 anos. Quando voltou à Europa procurou seu antigo sócio que havia deixado encarregado dos negócios.

        10. Comente sobre o “pós-ilha”.
Contatou seu antigo sócio, após conheceu Isabel com quem se casou e teve dois meninos e uma menina, foram muito felizes, porém Isabel adoeceu e faleceu de doença desconhecida.

        11. Após a morte de Isabel o que Robson Crusoé fez?
Resolveu retornar à ilha para colonizá-la em definitivo. Sexta-Feira ficou muito feliz em poder retornar à ilha e poder rever seu velho pai.

        12. Após tantas aventuras qual o final da história?
Crusoé volta à Europa e já com 70 anos aguarda sua última viagem. Aquela que não há volta.

                                Acerca do autor:

Daniel Defoe, nascido em Londres ( 1660-1731)  é considerado o maio romancista inglês. Foi jornalista, historiador e poeta, teve uma vida conturbada chegando a ser preso devido às suas atividades políticas. Uma de suas obras mais notória é “Robson Crusoé, lançada em 1719, tornou-se um dos livros mais vendidos de todos os tempos.
Com Moll Flanders (1722) deu um passo decisivo na história do romance social. Apesar da sua vida turbulenta foi um escritor muito prolífico e morreu em Londres, mantendo em seus últimos anos de vida uma intensa atividade literária, publicando obras como A Journal of the Plague Year (1722) e Roxana (1724).

                           Referência bibliográfica:

DEFOE, Daniel. Robson Crusoé. 1º Ed.  São Paulo, SP: FTD, 2003.

Ilton J S
Enviado por Ilton J S em 07/06/2011
Reeditado em 11/06/2011
Código do texto: T3019083
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Ilton J S
Cubatão - São Paulo - Brasil
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Ilton J S



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