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      QUE PENA... 

                               (rondel)


Não foste a claridade pura do sol!
E eu, manhã, tanto queria ser luz...
Não me ouviste canto de rouxinol
Nem foste o eco que reverbera e conduz. 


Na futilidade da hora tonta que seduz
Gravitavas coral preso à atração do atol.
Não foste a claridade pura do sol!
E eu, manhã, tanto queria ser luz... 


Ignoraste o cativo olhar do girassol
Que confundia-te com o ouro que reluz
E te seguia com um imã na ponta do anzol 
Querendo pescar-te estrela na manhã de luz...
Não foste a claridade pura do sol!


Sonia R
Enviado por Sonia R em 26/11/2006
Reeditado em 26/11/2006
Código do texto: T301920
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Sobre a autora
Sonia R
Ribeirão Preto - São Paulo - Brasil
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