Imagem da net




COMO O COLIBRI
 


Dia sim, ou, talvez não,
morto de amores por ti,
beijo-te a flor no pendão
– faço como o colibri.
 

Não me ilude o bem-te-vi,
com seu cantar de um vilão;
dia sim, ou, talvez não,
morto de amores por ti.
 

Teu bem-querer é botão
do mais gentil bogari,
que me inunda de paixão.
E, sempre te amando a ti,
dia sim, ou, talvez não.

 

Fort., 24/10/2027.
Gomes da Silveira
Enviado por Gomes da Silveira em 24/10/2017
Código do texto: T6151669
Classificação de conteúdo: seguro
Copyright © 2017. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.