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PIRILAMPO

"pousavam faiscando, desapareciam ..."
 (Coelho Neto, Treva, p. 75).

Como um pirilampo de incerto rumo
Estou sempre a vagar por aqui sem prumo
Fugindo do clarão do mundo, do ofuscamento
Vago no escuro, alheio à própria dor, ao sofrimento!

Num vôo buscando achar o norte certo
Sigo minha rota, a colisão bem perto
Como um pirilampo de incerto rumo
Estou sempre a vagar por aqui sem prumo!

Prossegue a noite desta minha vida
Horas perdidas neste meu tormento
Mas com coragem vou buscar alento
Num zig-zag, a vida eu arrumo
Como um pirilampo de incerto rumo!

Sobradinho-DF,                               27/11/07
abello
Enviado por abello em 27/11/2007
Reeditado em 30/03/2012
Código do texto: T755599
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
abello
Brasília - Distrito Federal - Brasil, 75 anos
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