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CANTO DERRADEIRO AO AMOR

Eu vou cantar o amor mais uma vez
- último canto, no final da estrada.
Vai tão distante a era da alvorada,
que mal a enxergo oblíqua e de revés.

Continuo a beber o meu xerez
em taça de cristal e ouro lavrada.
O tempo não venceu, na caminhada,
meu orgulho e o amor, minha altivez.

O amor é o sentimento e o talismã
que me conduz à frente passo a passo
e me aponta o sorriso do amanhã.

Prende-me forte e eterno, no seu laço
de carne e de amizade, de rechã,
impondo-se a temores e embaraço.

                    Em 19-05-02

João Justiniano
Enviado por João Justiniano em 18/01/2006
Reeditado em 04/03/2006
Código do texto: T100466

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Sobre o autor
João Justiniano
Salvador - Bahia - Brasil, 96 anos
619 textos (19599 leituras)
13 e-livros (1027 leituras)
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João Justiniano