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AS ILUSÕES, O SONHO E A POESIA

                           
As ilusões dispersam-se de lento,
deixando-nos atrás, bem longe, atrás!
Se a esperança não morre, se desfaz
a nossa fantasia em um momento...

Os sonhos, ó meu Deus, como é falaz
minha ilusão, meu sonho, a fantasia!...
Tão pouco do sonhado me viria,
de tão pouco, Senhor, eu fui capaz!

Agora, que me resta? Nada mais
que um sopro de esperança e a aguarrás
que sobra da lavagem da ilusão.

Não! Não! Ainda há muito, há a Poesia
a me amparar até o último dia
e ir comigo em eterna comunhão...

   13 de Julho de 2003.

João Justiniano
Enviado por João Justiniano em 23/01/2006
Reeditado em 04/03/2006
Código do texto: T102902

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Sobre o autor
João Justiniano
Salvador - Bahia - Brasil, 96 anos
619 textos (19599 leituras)
13 e-livros (1027 leituras)
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João Justiniano