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SONETO DEL DESENGAÑO

SONETO DEL DESENGAÑO*
Lílian Maial


Juré mil veces que nunca yo amaría.
y nuevamente ese brillo me cegó.
De madrugada otra luna anticipó
el amañecer que esa aurora me traría.


Tan decidida, inocente, yo no sabía
todo el lamento que el amor me reservó:
días de cielo, que el poeta declamó,
noches de tinieblas, que la tristeza lloraría.


Como semilla, que reventa la vida em colores,
guardé en los sueños la cura de las dolores,
para germinar de la luz dos ojos tuyos.


Yo cargo poca ilusión de estrella-guía,
que aquél mirar que me llenía de alegría,
es el mismo mirar que me empaña y dice adiós.



*tradução de Antônio Leal

Lílian Maial
Enviado por Lílian Maial em 16/02/2006
Reeditado em 14/04/2006
Código do texto: T112597

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Sobre a autora
Lílian Maial
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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