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A SOLIDÃO E A SERPENTE

 
 










A SOLIDÃO E A SERPENTE...







A solidão que não quero assumir
devasta todo o meu Ser, o meu sentir,
enrosca-se sinuosamente em mim...
serpente pronta para sugar até ao fim!

A solidão nos envolve sorrateiramente
e se o seu véu nos cobre inteiramente,
passa a ser aranha tecendo sua teia...
E a chama da paixão jamais se ateia!

Neste deserto árido em que me perdi
só consigo reviver o que já vivi
e sentir o sufoco morno da serpente...

Quero soltar-me, libertar-me, resistir,
dizer a mim mesma para não desistir,
ver do amor... pelo menos uma semente!

















HELENA BANDEIRA
Publicado no Recanto das Letras em 05/02/2006Comente este texto
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05/02/2006 19h06 - Marcelo Melero
Que fogo legal, hein helena. Fiquei aquecido. beijos
05/02/2006 19h04 - Robert Mão de ouro
Parabéns, lindo texto. Robert mão de ouro
05/02/2006 18h41 - Mauro Gouvea
Quando se abraça a Bandeira da poesia e se envolve o corpo com o pano da sensibilidade costurada em rimas, arrematadas em lirismo, a serpente da solidão torna-se arremedo do medo que pensamos sentir. Lindos versos. Saudações poéticas
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HELENA BANDEIRA
Enviado por HELENA BANDEIRA em 17/02/2006
Código do texto: T113105
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Sobre a autora
HELENA BANDEIRA
Portugal
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HELENA BANDEIRA