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Soneto à Inveja

A inveja, esse cancro violento,
passeia nos salões da minha mente,
matando o lado bom do pensamento
que sempre se mantinha sorridente.

Confesso, dei abrigo ao sentimento,
plantei em rico solo essa semente
e agora, imensamente me lamento,
pois ela germinou tão de repente,

que hoje não consigo me livrar
da sina pavorosa de invejar
as dádivas  dos mais aventurados.

A raiva que alimento, então por mim,
na hora em que decido agir assim
mantém meus sentimentos torturados.
     
05/01/06
Bruno Philippsen
Enviado por Bruno Philippsen em 19/02/2006
Código do texto: T113846

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Sobre o autor
Bruno Philippsen
Passo Fundo - Rio Grande do Sul - Brasil, 31 anos
82 textos (5083 leituras)
2 áudios (67 audições)
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Bruno Philippsen