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CATETER E DOR (brincadeira com Candelária, Osmar e Lílian)

Se o Rio entrou no combate
Com a diva Lílian Maial,
Venho do amplo pantanal
Para motivar o empate.

Na mão de um doutor genial,
O cateter no escarlate
Das veias desliza e bate
Empós da doença fatal.

Lembra a chalana singrando
Rio Paraguai em fora,
Com o bem que o artista cantou...

O cateter sai sangrando,
Mas é dor que vai embora...
Chalana... jamais voltou...
Reginaldo Costa de Albuquerque
Enviado por Reginaldo Costa de Albuquerque em 04/04/2006
Código do texto: T133409
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Sobre o autor
Reginaldo Costa de Albuquerque
Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil, 53 anos
114 textos (11133 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 05/12/16 02:36)
Reginaldo Costa de Albuquerque