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DOR E A SAUDADE (brincadeira com Candelária, Osmar e Lílian)

Nos varais das entrelinhas
Do estro aqui tão bem exposto,
Há coisas tuas e minhas,
De tanta gente sem rosto.

Guardam pranto, queixa... o oposto
Do que se lê nas quadrinhas
Ou no soneto composto
Com trissado de andorinhas...

Folhas ao vento rimando
A saudade ora brotando
Com aquela mais antiga.

Saudade é oculta ferida,
Dor eterna e mais doída,
Que o peito ingênuo castiga.
Reginaldo Costa de Albuquerque
Enviado por Reginaldo Costa de Albuquerque em 08/04/2006
Código do texto: T135893
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Sobre o autor
Reginaldo Costa de Albuquerque
Campo Grande - Mato Grosso do Sul - Brasil, 53 anos
114 textos (11133 leituras)
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Reginaldo Costa de Albuquerque