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Neorotransmissores

Está dilacerante em meu peito,
Essa dor – principia e não acaba.
Rasgo o pulso, por isso verto mágoa,
Escondo a marca, não acho no direito.

Ter você, mas também milhões de amigos,
Ter sorrisos e muitas aventuras,
Ser normal, mas fazer lindas loucuras,
Ser eu mesmo, em todos os sentidos.

Mas não me deixam – neorotransmissores,
E não querem – são parcos idiotas,
E não corta – a faca é de criança.

O que faço? Não tenho mais amores!
As coisas que perdi estão já mortas!
Estou perdido, sem paz nem esperança!
Lupo
Enviado por Lupo em 10/04/2006
Reeditado em 10/04/2006
Código do texto: T136882
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Sobre o autor
Lupo
Ilha Comprida - São Paulo - Brasil, 41 anos
44 textos (1391 leituras)
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Lupo