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Eternidade Du Bocage

Ah! Bocage... Bocage.
Desceste à cova fria,
O que não deixa de ser poesia,
E ainda se viu: Bocage!

E pela lente da verdade,
Sem antolhos, véus e diversos,
Tu mesmo rasgastes teus versos...
E vives, hoje, tua eternidade.

Ah! Bocage... Bocage.
Toda poesia é eterna.
Todo poeta é imortal.

Hoje sentimos o quão terna
Metamorfose! De mortal...
A eternidade... Du Bocage.




* Inspirado por "Já Bocage não Sou!... À Cova Escura"
Soneto do Grande Poeta Portugues Manuel Maria Barbosa Du Bocage
Jarbas Lima Lemes
Enviado por Jarbas Lima Lemes em 24/04/2006
Reeditado em 09/02/2009
Código do texto: T144690

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Sobre o autor
Jarbas Lima Lemes
Itabirito - Minas Gerais - Brasil, 38 anos
62 textos (2353 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/12/16 17:24)
Jarbas Lima Lemes