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Bendito amor

Que venha, espero sempre, o meu amor,
e venha bem depressa, sem demora.
Eu jogarei a dor janela afora,
e versos sem parar irei compor.

Que venha o meu amor para o meu ninho.
Aqui estou e, pacientemente,
a seu dispor entrego a minha mente
e seguirei feliz o seu caminho.

E venha como sempre eu esperei:
alegre, radiante de alegria,
amando como nunca amou ninguém.

Que venha, pois, de tudo que guardei
irei mostrar ao mundo, em euforia,
irei cantar o amor que agora vem.
Paulo Camelo
Enviado por Paulo Camelo em 06/05/2006
Reeditado em 25/04/2012
Código do texto: T151603
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Paulo Camelo
Recife - Pernambuco - Brasil, 68 anos
909 textos (260157 leituras)
36 áudios (10732 audições)
6 e-livros (1672 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 03/12/16 22:23)
Paulo Camelo

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