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Soneto De Westphalen

Perdoa-me poesia rasgadora, Santa poesia de metal.
Tenho que fazer um Ode doce pra esta mulher,
De asas brancas e seio afável do jeito que se quer.
Pureza do olhar só amo,  nas águas que se reflete o mal.

Oh! Espelho d`água tensa moça linda calada a cantarolar.
Eu cuido de mim aqui e me desprezo acolá. Oh poeta, vá lá.
Beijo os teus pés banhados. Oh! Moça da noite.
Tua a luz clara que agora ofusca o dia, me apaixona outrora foice!

Navego em teu espírito com meu libido a se afogar.
Venha alma doce e menina só de sonhar.
Vem que o mundo é teu, e te dou parte do meu, é parte pequena.

Barca sonssoeira, Sonssoqueta, sossegada e amada,
Não perco teu vôo com remos douro pro asfalto desta estrada.
O céu no chão do espelho quebrado, é o amor venoso que poderoso me envenena.
Andrié Silva
Enviado por Andrié Silva em 21/05/2006
Código do texto: T159969

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Sobre o autor
Andrié Silva
Salvador - Bahia - Brasil, 27 anos
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Andrié Silva