Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

Poetisa:


Ás vezes penso que teus versos são meus.
Mas a realidade vem, e me diz que não.
Então a tristeza invade minha alma que chora
E sofre calada, ao lado do meu coração!

Nas madrugadas, eu leio tua ultima poesia.
Postada em sua pagina, em cada fim de noite.
Em meus devaneios, eu sinto você chegar.
Sinto sua mão em meu ombro como um açoite.

Oferecendo-me seu carinho, sua paz, seu amor.
Um verso escrevo, pela alegria de vê-la ali.
Abraçar meu corpo, seus lábios em minha face.

Enquanto escrevo o último verso de minha poesia
Na esperança que ao terminar, estejas a meu lado.
Finda a poesia, meu devaneio, o recomeço da dor.


Volnei Rijo Braga

Pelotas: 04/06/05
Postada: 23/05/06



Volnei Rijo Braga
Enviado por Volnei Rijo Braga em 23/05/2006
Código do texto: T161075
Classificação de conteúdo: seguro

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre o autor
Volnei Rijo Braga
Pelotas - Rio Grande do Sul - Brasil, 69 anos
2314 textos (147459 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 04/12/16 16:42)
Volnei Rijo Braga