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"VINHA QUENTE"


Aquela noite, estava tão animada
a moçada, não cabia em si, de alegria,
eu tomava vinho quente, já era madrugada
e precisava desesperadamente de companhia.

Era uma quermesse de Sto. Antonio
mujitas palhoças, jogos e quentão,
moças faziam simpatia, para matriônio
muitos vivas! Para Sto. Antonio e São João.

Encontro-te, sozinha, olhando as estrelas
naquela noite clara, foi tão bom conhecê-la,
e convidar-te, a dançar comigo no salão.

Ah! Mas agora era eu que estava feliz
eu quis beijar seus lábios, você não quis,
contentei-me, em segurar a tua mão.

Antonio Hugo
Enviado por Antonio Hugo em 30/05/2006
Código do texto: T165949
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Antonio Hugo
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 59 anos
3870 textos (257143 leituras)
185 áudios (36329 audições)
9 e-livros (7402 leituras)
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