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A MENTE


Na distância dos sóis, léguas e léguas.
anda-me o cérebro - liberto, forro.
É infinito o caminho que percorro
nessas andanças que não deixam tréguas.

Basta-me o amparo, basta-me o socorro.
da mente, que se mede pelas réguas
da fantasia, e monta as mesmas éguas
dos deuses cavalgadas. Eu não morro.

Morto há de ser o corpo, essa matéria
carnal e provisória. A morte insere-a
no chão do nada, que não tem rebôo...

O pensamento não, e não a mente,
os sonetos que deixo à minha gente,
que nestes, rompo o espaço e vôo, e vôo...

joaojustinian0@terra.com.br
www.joaojustiniano.net
João Justiniano
Enviado por João Justiniano em 12/06/2006
Código do texto: T174345

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Sobre o autor
João Justiniano
Salvador - Bahia - Brasil, 96 anos
619 textos (19599 leituras)
13 e-livros (1027 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 03/12/16 00:47)
João Justiniano