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Vulto de Algusto dos Anjos


Augusto dos anjos deu-me o Poder
E a luz de escrever poemas, verdades
Que cai cripta incógnita nas realidades
Quem me deras um dia ter o poder

De como Augusto um dia ser.
O vulto de Augusto anda a meu lado
Continua como sempre agoniado
Repudiando seu infactível ser.

Não assistir ao enterro formidável
Daquela que era tua última quimera
Mas vi a ingratidão, como tu disseste esta       {“Pantera”,

Garantindo que a felicidade seja infactível.
Enquanto eu? Caminho entre as feras!
Desiludido, mas protegido pela “Pantera”!
Ton Dourado
Enviado por Ton Dourado em 16/06/2006
Código do texto: T176515
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Sobre o autor
Ton Dourado
Samambaia - Distrito Federal - Brasil
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Ton Dourado