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GAIVOTAS.


As gaivotas que voam no meu céu
enquanto desce a tarde, vagarosa,
asas de sonho, penas de esperança,
têm a imagem da fé que tudo vence.

Quero que longa seja a tarde e more
a cair no poente, que as gaivotas,
quando é noite, recolhem-se no alpendre,
porque nas trevas só morcegos voam.

Durai, minhas gaivotas, mais um tempo,
nesse vôo de tardinha lenta e mansa,
mantendo-me a ilusão indefinida.

Quando deixardes de voar, por certo,
a tristeza me invade o coração,
mata o sonho e a esperança, a própria fé.
   
                              Em 14-08-91
joaojustinianoi@terra.com.br
www.joaojustininiano.net
João Justiniano
Enviado por João Justiniano em 21/06/2006
Código do texto: T179819

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Sobre o autor
João Justiniano
Salvador - Bahia - Brasil, 96 anos
619 textos (19611 leituras)
13 e-livros (1027 leituras)
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João Justiniano