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SONETO BUCANEIRO (A PIRATA E O CAPITÃO)


Que lânguida halófila serpente logra
Do harmoniocordo de gemidos eflúveos ais
E em reentrâncias invisíveis elege a sombra
Que esconde a sapiência e de novo animais

Esfaimada polia a desbastar o mataréu
Que em faina prazeirosa e humor transparente
Eleva o bruto que com pouco custo encontra o céu
Enquanto gosto salso a torna calma novamente

E da inconsciência habitada ainda a pouco
Desce a pirata pelo mastro do navio aportado
E chama ao capitão com suave murmúrio rouco

Que desfalecido como vindo de grande batalha
Retorna de confins onde galgara alta muralha
Que se morresse o que fôra à inteligência seria louco.


Preto Moreno
Preto Moreno
Enviado por Preto Moreno em 27/06/2006
Código do texto: T183274

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Sobre o autor
Preto Moreno
São José do Rio Preto - São Paulo - Brasil
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