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A DECEPÇÃO DO MÁRMORE

Estava eu a descansar, sereno,
Sob uma espessa membrana rochosa,
Quando o Sol, de forma calorosa,
Tornou meu frio peito mais ameno.

Bateu em mim estranho ser pequeno
Que empunhava uma coisa ruidosa.
Com outros, de forma bem dolorosa,
Levou-me ao local onde hoje aceno.

Diziam que eu seria eminente:
Em mim grandes homens desfilariam
Para a inveja do simples asfalto;

Mas hoje vejo como o homem mente,
Pois pisos de cadeia empatariam
Comigo, a “grande” Rampa do Planalto.
Herman Marjan
Enviado por Herman Marjan em 02/07/2006
Reeditado em 07/09/2006
Código do texto: T186385
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Sobre o autor
Herman Marjan
Santana do Mundaú - Alagoas - Brasil
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