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À POETISA BETHA

Querida amiga, estou arrependido
Pelo meu comentário reticente
Ao poetar luxuoso e já escolhido
Por você, poetisa inteligente.

Silencio, em meu canto recolhido,
Como se fora um pobre penitente
Que tentou ir além do permitido,
Recalcado talvez, impertinente.

Não posso desfazer o que está feito
—Eu sempre fui escravo da emoção —,
Mas sempre me curvei pelo respeito.

Eu me penitencio — Sou cristão! —,
Pois tenho muito amor dentro do peito
E detesto o punhal da ingratidão.
Lucan
Enviado por Lucan em 18/07/2006
Código do texto: T196496
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Sobre o autor
Lucan
Salesópolis - São Paulo - Brasil, 85 anos
1985 textos (86950 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/12/16 19:24)
Lucan