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APELO

Princesas virtuais deste “Recanto”,
Filhas do amor, da graça, da alegria,
Sequem a lágrima, o dorido pranto,
Com a esponja milagrosa da poesia.

Poetas, com o verso sacrossanto,
Como se fora espada dura e fria,
Declarem guerra, num valente canto,
Às tristezas amargas sem valia.

Que o desentendimento seja acuado
E o amor formoso e tanto festejado
Possa morar em nossos corações.

Que aqui seja o recanto do lirismo,
Cheio de paz, meiguice e romantismo,
Ao calor harmonioso das paixões.


Eu queria explicar a quem interessar possa, que este soneto não foi feito a nenhuma pessoa em especial, mas a todos os Irmãos de Poesia.
Lucan
Enviado por Lucan em 19/07/2006
Código do texto: T197538
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Sobre o autor
Lucan
Salesópolis - São Paulo - Brasil, 85 anos
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(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 06/12/16 16:20)
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