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Palavras Efêmeras


Palavra por palavra o amor resiste
ao caos universal que há nos meus versos
que fogem de minha alma assim, dispersos,
desde o dia tristonho em que partiste!

As lágrimas de dor, que tu não viste,
pediam, suplicavam teu regresso
e as estrelas brilhavam no universo
iluminando o céu na noite triste!

É pena que palavras são efêmeras
e morrem na ilusão dos meus poemas
nos papéis amassados com revolta!

E meus versos de amor eram palavras,
efêmeras poesias que eu rasgava
ao sonhar, acordado, com tua volta!
Ciro Di Verbena
Enviado por Ciro Di Verbena em 28/07/2006
Código do texto: T204211
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Ciro Di Verbena
Votorantim - São Paulo - Brasil
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Ciro Di Verbena