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AMOR DE POETA

Se um dia me negarem o direito
De amar e rabiscar as poesias
Que escrevo rindo, muito satisfeito:
Eu morrerei em tristes agonias.

Eu sou poeta, e aqui, dentro do peito,
Pulsa-me um coração todos os dias
E que amar é o seu único defeito
Nas tardes silenciosas e sombrias.

Deixar de amar seria atroz desgosto
Ao meu tristonho coração imposto,
E que, por certo, não agüentaria.

Deixem-me então, contente, poetar
Sobre a beleza da mulher, e amar
Na mais sagrada e doce fantasia!

Lucan
Enviado por Lucan em 06/08/2006
Código do texto: T210674
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Sobre o autor
Lucan
Salesópolis - São Paulo - Brasil, 85 anos
1985 textos (86949 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 20:31)
Lucan