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MEA-CULPA

Se a vida não é como queremos, devemos qiuerê-la como ela é. Lucas


Eu carrego o tristíssimo castigo
Das maldades que, às vezes, faço em vão.
Dói-me o remorso na alma, meu amigo,
Fico me odiando até pedir perdão.

Não me importo se vivo ao desabrigo
Se percebo feliz o meu irmão.
Minh’alma chora, triste, e eu não consigo
Ser feliz se cometo a ingratidão.

Renuncio total a quem tanto amo
Qual rouxinol calado em triste ramo,
Se isto for necessário desde então.

Sou imperfeito, é certo... não maldoso.
Se erro é por esse amor tão poderoso
Que estraçalha o meu pobre coração!
Lucan
Enviado por Lucan em 09/08/2006
Código do texto: T212416
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Sobre o autor
Lucan
Salesópolis - São Paulo - Brasil, 85 anos
1985 textos (86943 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/12/16 06:47)
Lucan