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Último lamento

Como pode o meu peito
Se envolver num manto de pranto
Onde minh'alma em desajeito
Chora fria dissonante canto

Como pode ter me feito
De um rude desencanto
Os espinhos desse leito
Do amargo desacalanto

Como pode desse jeito
Submerso no espanto
Os meus sonhos imperfeitos
Que venho almejado tanto

Como pode tal defeito
Arruinar-me tanto quanto
Como pude ter aceito
Devorá-los, no entanto

Deito, portanto...

Como pode o meu peito
De um rude desencanto
Os meus sonhos imperfeitos
Devorá-los, no entanto
Glaucio Viana
Enviado por Glaucio Viana em 13/08/2006
Código do texto: T215447
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Sobre o autor
Glaucio Viana
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 27 anos
157 textos (19944 leituras)
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Glaucio Viana