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Flor de Papel

Te encontrei, por acaso, nesta vida,
Tão tristonha, que nem sentido tinha.
E tu, de tão bela e fria, viu-se minha
Mais linda musa de face sortida.

Ali, no vão da vida, tão sozinha,
Fulgurando com gáudio, à vi contida.
Uma flor indizível, mal ouvida,
Que me aprisionou à sua companhia.

Fitei meus olhos, com langor, a ti
Indômita, de tez límpida, flor.
O seu aroma, que, doce, não senti,

Paira, indolente, ao verso deste autor,
Nesta folha, que para ti escrevi,
Este soneto, ó bela, linda flor.
Aprendiz
Enviado por Aprendiz em 18/08/2006
Reeditado em 19/08/2006
Código do texto: T219644
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Sobre o autor
Aprendiz
São Paulo - São Paulo - Brasil, 31 anos
40 textos (1470 leituras)
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