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CURIOSIDADE

Ah! Já disseram que a curiosidade mata,
mas este  desejo, de pecado  aparente,
não é vício ou defeito, mas virtude inata,
que em todo lugar nasce e morre com a gente!

Ah! Quem não quer saber da mulher que maltrata
o grande amor que o apaixonado bardo sente?
Quem não quer saber da historia de amor exata
entre o vate que chora e a musa que mente?

Todos... Até eu! Porque não tu amiga Iza?
Natural  curiosidade,  doce poetisa,
não é segredo algum nem cantar de menestrel:

-A musa que eu canto e que me arranca tantos ais,
não maltratou-me, não me mentiu nunca, jamais
nos lindos versos que me manda lá do céu!



Às grandes amigas e eximias poetisas, Iza Klipel e Maria José Zanini, com o maior carinho.
Nelson de Medeiros
Enviado por Nelson de Medeiros em 25/08/2006
Reeditado em 19/06/2011
Código do texto: T225264

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Sobre o autor
Nelson de Medeiros
Cachoeiro de Itapemirim - Espírito Santo - Brasil
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